Camisas históricas, Colecionadores

TOP FIVE: 5 histórias bizarras envolvendo camisa de futebol

Quais são as histórias bizarras envolvendo a camisa de futebol do seu clube do coração?

Aliás, você conhece essas histórias?

Desde que comecei a escrever sobre camisas de futebol, decidi fazer algo que pudesse aliar a paixão do torcedor com o manto sagrado de seu time.

Pesquisando sobre o que escrever, resolvi relacionar aqui 5 histórias bizarras, ou no mínimo curiosas, envolvendo camisa de futebol.

Para chegar às histórias bizarras, procurei levar em conta os fatos mais contemporâneos.

A intenção aqui é despertar aquela lembrança e ao mesmo tempo mostrar como somente o futebol é capaz de nos oferecer emoções tão diferentes.

Então, segure firme seu celular, tablet, computador ou notebook…A viagem promete ser com uma boa dose de emoção.

Vamos relacionar em ordem decrescente:

História número 5 – Time argentino fica sem camisa e recorre a solução curiosa

Time do Tucumã perde a camisa, joga com o uniforme da Seleção Argentina e ganha o jogo!
Time do Tucumã perde a camisa, joga com o uniforme da Seleção Argentina e ganha o jogo!

 

O mês de fevereiro de 2017 ficará para sempre na história do Tucumán, da argentina.

A equipe enfrentaria o El Nacional do Equador pela fase pré-Libertadores.

O time teve seu vôo atrasado e quase não consegue chegar para o jogo no Equador e para “ajudar”, ainda perdeu o uniforme.

A solução foi utilizar a camisa do time sub-20 da Seleção Argentina. O time venceu a partida por 1 x 0, vencendo, além das diversidades, a altitude do equador.

Com o resultado, O Tucumán pode enfim, utilizar a própria camisa na fase de grupos da Taça Libertadores.

A camisa, por sinal, tem o mesmo desenho da seleção Argentina…E deu sorte!

História número 4 – Tonhão pisa na camisa da Lusa

Zagueirão Tonhão pisou no manto sagrado da Lusa, pediu desculpas, mas...
Zagueirão Tonhão pisou no manto sagrado da Lusa, pediu desculpas, mas…

Chateado com a agressão sofrida por torcedores da Portuguesa, o Zagueiro Tonhão, de tantas boas lembranças para o Time do Palmeiras, exagerou na dose.

Dentro de campo, defendendo o Palmeiras no Campeonato Paulista de 1995, o zagueiro, ao fim da partida, jogou uma camisa da Portuguesa no chão e cuspiu em cima do manto luso.

Antes, ele já havia “limpado a chuteira” com a camisa.

A atitude, segundo Tonhão, foi uma resposta à torcida que no jogo disputado no Estádio do Canindé, segundo o zagueiro, havia apedrejado seu carro, no estacionamento do clube.

O ato causou revolta aos dirigentes da Portuguesa.

Comunidade forte no comércio, donos de padaria chegaram a propor um boicote ao leite Parmalat, na época, patrocinadora do Verdão.

A pendenga terminou com um pedido de desculpas da Diretoria palmeirense, mas a bizarrice entrou para a história do futebol.

História número 3 – Carlos Alberto o 10 que não era 10

Carlos Alberto usava a 1 + 9, porque não tinha a 10...Marra???
Carlos Alberto usava a 1 + 9, porque não tinha a 10…Marra???

O meia Carlos Alberto começou a carreira cedo no Fluminense e logo se transferiu para a Europa.

Voltando ao Brasil, jogando pelo Corinthians, Carlos Alberto nunca se escondeu da fama de bad boy.

Jogando pelo Corinthians foi questionado por usar um sinal de “mais” entre os números 1 e 9.

O meia justificou contando uma história vivida com o técnico Mourinho, na época de Porto de Portugal.

Logo que chegou ao time português em 2004, pediu para jogar com a 10 e foi advertido por José Mourinho.

O técnico lembrou que a 10 já tinha dono: Deco, que comia a bola na época.

Mas Mourinho havia achado uma solução.

Deu a Carlos Alberto a 19, dizendo em tom de brincadeira que 1 + 9 era igual a 10.

O meia adotou a 19 e fez do número sua marca pessoal.

Mas para alguns torcedores corintianos e a maioria rival, o ato não passava de “marra”

História número 2 – A Camisa rasgada do Galinho

Zico com a camisa rasgada na célebre partida contra a Itália na Copa de 82
Zico com a camisa rasgada na célebre partida contra a Itália na Copa de 82

Tivesse sido marcado o pênalti sobre Zico, a tarde de 5 de julho de 1982, talvez não teria se transformado em um dos dias mais silenciosos para o futebol brasileiro.

O Jogo era Brasil X Itália, pela segunda fase da copa.

A seleção canarinha que havia assobrado o planeta com a beleza do futebol praticado por craques como Sócrates, Éder, Cerezo, Junior, Falcão, Zico e companhia, caiu diante da artilharia certeira de Paolo Rossi.

O jogo estava 3 x 2 para a Itália quando o lateral Claudio Gentile puxou descaradamente a camisa de Zico dentro da área: pênalti não marcado.

O mundo ficou atônito diante da camisa rasgada do Galinho de Quintino.

Anos depois, Gentile confessou a falta: “foi fora da área”, cravou!

Há uma pergunta que não se cala: onde foi parar a camisa rasgada de Zico?

História número 1 – Até onde vai a paixão do torcedor? Longe, muito longe…

Torcedor tatua a camisa do Flamengo no próprio corpo. Paixão ou bizarrice?
Torcedor tatua a camisa do Flamengo no próprio corpo. Paixão ou bizarrice?

Guardamos a história mais bizarra para o fim.

Até onde você iria para demonstrar a paixão pelo seu time do coração?

José Maurício dos anjos foi longe, bem longe!

O motorista de caminhão de Joinville simplesmente tatuou a camisa do Flamengo no corpo.

Foram mais de 90 horas para que se cumprissem as 36 sessões de tatuagem necessárias para completar a “obra”.

É amor ou bizarrice mesmo?

Conclua você e comente aqui com a gente!

 

 

About João Almeida

Jornalista com mais de 25 anos de profissão, apaixonado pelo futebol, estudioso e analista do mercado movido por esta paixão.
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